quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

O Grande Torneio de Malpetrin

Seguindo em direção ao Norte (sempre o Norte quando não se sabe a onde ir), o recém-formado famoso grupo de Terras Muito Muito Distantes encontra aleatóriamente uma pequena cidade (vulgo Vila) onde havia uma certa movimentação ordenada em direção a um balcão (entenda-se por uma fila de pessoas). Como toda pessoa normal e pessimista, o grupo entra no final da fila (depois de fracassar tentando furá-la, claro), para só depois então descobrir que do que se tratava.
"Qual o seu nome de guerra e sua habilidade?" - falou 3 vezes o escrivão. 3 vezes, porque o Bardo tinha a estranha intuição de que aquela fila não era para ganhar nada de graça, então ele tinha ido à taverna mais próxima. E então conhecidos por apelidos aleatórios nossos heróis foram inscritos (graças ao carisma dos machados dos guarda-costas do escrivão) no estranho torneio, ao custo de terem suas armas confiscadas.
Após uma boa noite no estaleiro de Malpetrin, ao amanhecer a primeira batalha do grupo. 3 contra 3 com armas de madeira e um público ansioso por boas batalhas. As regras do torneiro eram simples: 3 lenços para cada time, o time que roubar os 3 lenços do outro time vence. O narrador então chama os combatententes à arena, surpreendentemente aliás, o narrador-comentarista-sonoplasta-contra-regra era Sahmael, o bardo.
Não é preciso dizer que nossos heróis ganharam essa batalha, afinal eles são heróis e a primeira batalha é sempre a mais fácil. Vou narrar logo a final que é a que interessa mesmo. A final foi contra Momo, o ferreiro (Meio-Gigante, lvl9) que os heróis tinham conhecido dias antes. Após um tradicional montinho e uma paulada no rim, Momo cai pedindo penico. Momo que era bonzinho e estava lá só prá cumprir tabela, foi pro hospital e lá ficou em coma desde aquele dia.

Vencedores e mercenários, nossos heróis foram cobrar o prêmio do torneio de Lorde Volrath (organizador do evento e dono da cidade, Caótico-Mau, muito Mau lvl X²) após comerem fartamente num banquete oferecido por ele, os heróis recebem as armas mágicas (clichê) e uma nova Quest: roubar um Anel de Azeviche de um mago ancião numa torre nas ruínas do Cemitério dos Dragões. Claro que ele ele não aceitaram por livre e espontânea sanidade, em troca receberiam não mais armas, dinheiro ou fama. Nossos heróis não precisavam disso. Precisavam do antídoto contra o veneno colocado na comida deles servida no jantar.

E mais uma jornada então começava...

Um comentário:

Samurai disse...

ahn num tintindo nada...