Depois de um bom tmepo andando em um túnel sem fim, nossos heróis conseguiram atravessar a famosa e tão desejada luz ao fim do túnel.
Após 10 dias de caminhada em pleno deserto, cogitando a idéia de comerem o halfling, eles efim avistaram a muralha da grande cidade de Al Kadesh.
Assim que entraram na cidade, Kah, a maga misteriosa, desapareceu tão misteriosamente como ela havia aparecido.
Abstraindo o fato, os quatro companheiros continuaram na cidade.
Lianmai, o elfo preto, aguardando ansciosamente pelo sonho com o tal dragão que tanto o pertubava, percebeu que estava demorando demais para ele aparecer, então tratou de arrumar um emprego como aprendiz de ferreiro.
Sahmael começou a trabalhar como garçon em uma taverna, onde todos pensavam que a bandeja estava flutuando, quando na verdade, estava equilibrada na cabeça do pobre halfling. Menos de uma semana após ele trabalhar lá, o dono da taverna misteriosamente morreu, junto com sua família, deixando para Sahmael no seu super recente testamento a sua taverna, suas pobres economias e um monte de dívidas.
Samurai encontrou templo local de sua amada Vecna e se instalou por lá, lendo livros e estudando sobre coisas aleatórias.
Al não aparentava ter trabalho algum, apesar de sempre estar hospedado na taverna de Sahmael, saía algumas noites e voltava misteriosamente com dinheiro. Na mesma época surgiam boatos de uma besta com chifres que, juntamente com sua gangue, assaltavam desavisados pela noite afora.
E assim nossos heróis aguardavam pela próxima vez que jogariam e, quem sabe, poderiam mudar a vida monótona a qual se encontravam...
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
sábado, 16 de junho de 2007
Diário de Sahmael, o Bardo : A Luz no fim do Túnel
"Dia X -
Entramos no túnel. Sem mais."
"Dia X+1 -
É... Ainda estamos na entrada do túnel."
"Dia X+18 -
O Túnel é extenso (Ou seria minhas pernas curtas demais ?)."
"Dia X+ 47 -
Hmmm... talvez se a gente andasse, a gente iria a algum lugar."
"Dia X+3049 -
Gostava da época em que os jogadores jogavam."
"Dia X+78533 -
Jogadores chatos."
"Dia X+Muito_mais_do_que_sei_contar -
A Luz no fim do túnel poderia vir até nós. Daí eu poderia fazer fotossíntese e aproveitar melhor as minhas raízes que se formaram no chão."
"Dia Algum Dia Eras Depois -
Agora, após contemplar sobre meu eu interior, ter dominado o estado de espírito Alpha e encontrado e compreendido o Vazio no âmago da minha alma, descobri finalmente que a Luz no fim do túnel é uma metáfora das nossas esperanças em busca dos nossos ideais. Gostaria que apagassem essa merda."
"Dia não importa que Dia -
Luz chata."
...
"Fim dos Dias -
Imagino se talvez esse seja o nosso miserável, triste e inevitável fim."
"Fim do Diário -
Eu voltarei. HuaHuaHUahuA..."
Entramos no túnel. Sem mais."
"Dia X+1 -
É... Ainda estamos na entrada do túnel."
"Dia X+18 -
O Túnel é extenso (Ou seria minhas pernas curtas demais ?)."
"Dia X+ 47 -
Hmmm... talvez se a gente andasse, a gente iria a algum lugar."
"Dia X+3049 -
Gostava da época em que os jogadores jogavam."
"Dia X+78533 -
Jogadores chatos."
"Dia X+Muito_mais_do_que_sei_contar -
A Luz no fim do túnel poderia vir até nós. Daí eu poderia fazer fotossíntese e aproveitar melhor as minhas raízes que se formaram no chão."
"Dia Algum Dia Eras Depois -
Agora, após contemplar sobre meu eu interior, ter dominado o estado de espírito Alpha e encontrado e compreendido o Vazio no âmago da minha alma, descobri finalmente que a Luz no fim do túnel é uma metáfora das nossas esperanças em busca dos nossos ideais. Gostaria que apagassem essa merda."
"Dia não importa que Dia -
Luz chata."
...
"Fim dos Dias -
Imagino se talvez esse seja o nosso miserável, triste e inevitável fim."
"Fim do Diário -
Eu voltarei. HuaHuaHUahuA..."
sábado, 31 de março de 2007
Canções de Sahmael, o Bardo : Os Guerreiros Esquecidos
"Era uma vez,
há muito tempo atrás,
um elfo sombrio, Lianmai
e um clérigo, Samurai
Em Terras Muito Distantes
mais pessoas distintas
eles conheceram
para Ricos e Poderosos ficarem
Chifres um tinha,
Al era seu nome
Sahmael era o bardo
que canta esta canção
Em Terras Muito Distantes
Eles se conheceram
tesouros eles buscavam
Ganciosos demais foram ficando
Presa havia,
no calabouço de uma Torre
Amnésia ela tinha
Kah, a maga, ela se dizia
Em Terras Muito, Muito, Distantes
Eles se conheciam
Vários perigos juntos passaram
Ocupados demais os Jogadores foram ficando
Era uma vez,
há algum tempo atrás,
Guerreiros Muito Muito Famosos
Com Jogadores que não jogavam mais
Em Terras Muito, Muito, Distantes
Fama eles conquistaram
mais Ricos, Poderosos e Gananciosos se tornavam
Mas ocupados demais os Jogadores ficaram."
há muito tempo atrás,
um elfo sombrio, Lianmai
e um clérigo, Samurai
Em Terras Muito Distantes
mais pessoas distintas
eles conheceram
para Ricos e Poderosos ficarem
Chifres um tinha,
Al era seu nome
Sahmael era o bardo
que canta esta canção
Em Terras Muito Distantes
Eles se conheceram
tesouros eles buscavam
Ganciosos demais foram ficando
Presa havia,
no calabouço de uma Torre
Amnésia ela tinha
Kah, a maga, ela se dizia
Em Terras Muito, Muito, Distantes
Eles se conheciam
Vários perigos juntos passaram
Ocupados demais os Jogadores foram ficando
Era uma vez,
há algum tempo atrás,
Guerreiros Muito Muito Famosos
Com Jogadores que não jogavam mais
Em Terras Muito, Muito, Distantes
Fama eles conquistaram
mais Ricos, Poderosos e Gananciosos se tornavam
Mas ocupados demais os Jogadores ficaram."
sábado, 10 de março de 2007
Rumo a Al Kadesh
Depois do fracasso eminente do nosso guerreiro frente ao assustador(??) Beholder, nada como mais uma aventura em busca dos tesouros desconhecidos, e muitas garrafas de cerveja. Após dias de muita tristeza e fome, já que inexplicavelmente ninguém apreciou o banquete servido no castelo de Volrath, depois de muito andar e ver sua espada não reluzindo mais, finalmente Lianmai tem um sonho que pode mudar para sempre a história de todos.
O mesmo dragão aparece em sonho a Lianmai, dizendo que terá mais uma chance de recuperar a alma de sua espada na cidade de Al Kadesh. Como qualquer guerreiro que se preze, ele devia fazer o possível para alcançar este objetivo e fazer brilhar sua espada novamente. Inexplicavelmente, essa palavra ainda aparecerá muito aqui, todos concordaram com o guerreiro rumando juntos ao seu destino.
Após muitos dias caminhando, ouvem gritos muitos gritos e barulhos indicando uma batalha. Os gritos vem do outro lado da montanha, e fica no caminho para Al Kadesh. Kah, a maga com amnésia, lembra daquela cidade, e sabe que faz parte do seu passado, hoje perdido. Não existe outra maneira, e eles precisam atravessar a montanha e saber o que está acontecendo.
A cidade está em ruínas, e apenas se vê inteira uma fortaleza. Milhares de orcs, goblins e hobgoblins no chão. Nossos heróis não encontram ninguém de pé, apenas cadáveres ao chão e saem a procura de algum sobrevivente para saberem o que está acontecendo. Um simpático goblim chamado Severino disse que a cidade e aquela fortaleza havia sido tomada por eles, mas um grupo de humanos e elfos resistiam numa segunda fortaleza. Como recompensa pela informação, severino ganhou uma morte rápida e indolor pela espada vampírica de Kah. Sahmael, o Bardo, transformou-se em Severino para que conseguissem entrar na fortaleza.
Chegando na fortaleza, surpreendidos por dezenas de guardas, nossos heróis foram parar na prisão exceto Sahmael, pois todos pensavam ser Severino. Presos em celas com grades invisíveis que apenas inteligentes podia ver, o destino de nossos heróis parecia estar perdido e Sahmael, o único capaz de salvá-los parecia ter esquecido sua identidade e se transformado em Severino, mas o que ninguém é que ele tinha um plano para salvar todos.
Coisas estranhas começam a acontecer na fortaleza. Uma criatura invisível corre durante a noite ateando fogo a tudo que encontra. Os guardas estão apavorados mas parece que nada detém o fantasma. Severino diz conhecer o fantasma e que para exorcisá-lo precisa de um sacrifício humano e uma espada para o ritual como a espada da maga Kah. Ele passa o tempo todo tentando convencer seus superiores da sua sabedoria, mas sem muito sucesso. Enquanto isso....
Nossos heróis são chamados pelo rei chefe Orc que está no comando da fortaleza. Depois de alguma conversa nada inteligente com este chefe, conseguimos finalmente provar que não gostamos de javali, e tivemos a nossa liberdade garantida sob a condição de que recuperariamos a taça roubada pela aliança de humanos e elfos. Todos concordaram pois não aguentavam mais ficar naquele lugar. Ao sair da fortaleza a batalha estava aos seus pés, e no meio da aliança do bem, estava um grande clérigo com a tão procurada taça animando seus soldados. Soou o alto som de uma corneta orc dando força a todos para a batalha. Lianmai, o guerreiro negro, ao ouvir a corneta perdeu o controle e com toda a força ganha, acertou o Hobgoblin que estava acompanhando a mando do rei orc. Por algum tempo o guerreiro descontrolado continuou com a raiva em sua face e a força em sua espada, até que retornou completamente tonto sem saber o que havia acontecido.
Sahmael, o Bardo, a esta hora estava na sala da corneta persuadindo o corneteiro a seguir suas ordens. Disfarçado agora de um soldado do alto comando, muito parecido com Sílvio Santos. Sahmael foi ao encontro dos seus amigos, do outro lado da fortaleza, que não o reconheceram logo no inicio. A corneta tocou novamente e o guerreiro descontrolado corre para o campo de batalha matando com apenas um golpe seu primeiro paladino, e ascendendo sua sede pelo sangue dos elfos e paladinos. Samurai, o meio-elfo e Al, o tiefling enxem a aliança do bem com suas flechas enquanto Kah, a maga segue o soldado Sílvio Santos deixando nossos heróis a espera de um sinal. Lainmai com sua magia escuridão enegrece o ar a sua volta deixando os soldados do bem, que não suportam a escuridão totalmente desnortear com isso saciar sua sede de sangue.
Sahmael, com sua perspicácia e suas qualidade de bardo descobre com o corneteiro uma saída, um túnel que leva para bem longe daquela cidade, e se torna a única chance de nossos heróis permanecerem vivos. Sahmael e Kah tentam fazer o sinal que prometeram mas todos estão muito envolvidos com a batalha e não tem tempo de olhar para trás. Então sahmael com sua magia cria um objeto falante capaz de levar até os guerreiros um aviso. Todos vão ao encontro deles, em meio a uma multidão de orcs para o buraco, em busca do seu destino, mas não sem o ressentimento de Kah que sabe que ali está a chave para relembrar seu passado.
O mesmo dragão aparece em sonho a Lianmai, dizendo que terá mais uma chance de recuperar a alma de sua espada na cidade de Al Kadesh. Como qualquer guerreiro que se preze, ele devia fazer o possível para alcançar este objetivo e fazer brilhar sua espada novamente. Inexplicavelmente, essa palavra ainda aparecerá muito aqui, todos concordaram com o guerreiro rumando juntos ao seu destino.
Após muitos dias caminhando, ouvem gritos muitos gritos e barulhos indicando uma batalha. Os gritos vem do outro lado da montanha, e fica no caminho para Al Kadesh. Kah, a maga com amnésia, lembra daquela cidade, e sabe que faz parte do seu passado, hoje perdido. Não existe outra maneira, e eles precisam atravessar a montanha e saber o que está acontecendo.
A cidade está em ruínas, e apenas se vê inteira uma fortaleza. Milhares de orcs, goblins e hobgoblins no chão. Nossos heróis não encontram ninguém de pé, apenas cadáveres ao chão e saem a procura de algum sobrevivente para saberem o que está acontecendo. Um simpático goblim chamado Severino disse que a cidade e aquela fortaleza havia sido tomada por eles, mas um grupo de humanos e elfos resistiam numa segunda fortaleza. Como recompensa pela informação, severino ganhou uma morte rápida e indolor pela espada vampírica de Kah. Sahmael, o Bardo, transformou-se em Severino para que conseguissem entrar na fortaleza.
Chegando na fortaleza, surpreendidos por dezenas de guardas, nossos heróis foram parar na prisão exceto Sahmael, pois todos pensavam ser Severino. Presos em celas com grades invisíveis que apenas inteligentes podia ver, o destino de nossos heróis parecia estar perdido e Sahmael, o único capaz de salvá-los parecia ter esquecido sua identidade e se transformado em Severino, mas o que ninguém é que ele tinha um plano para salvar todos.
Coisas estranhas começam a acontecer na fortaleza. Uma criatura invisível corre durante a noite ateando fogo a tudo que encontra. Os guardas estão apavorados mas parece que nada detém o fantasma. Severino diz conhecer o fantasma e que para exorcisá-lo precisa de um sacrifício humano e uma espada para o ritual como a espada da maga Kah. Ele passa o tempo todo tentando convencer seus superiores da sua sabedoria, mas sem muito sucesso. Enquanto isso....
Nossos heróis são chamados pelo rei chefe Orc que está no comando da fortaleza. Depois de alguma conversa nada inteligente com este chefe, conseguimos finalmente provar que não gostamos de javali, e tivemos a nossa liberdade garantida sob a condição de que recuperariamos a taça roubada pela aliança de humanos e elfos. Todos concordaram pois não aguentavam mais ficar naquele lugar. Ao sair da fortaleza a batalha estava aos seus pés, e no meio da aliança do bem, estava um grande clérigo com a tão procurada taça animando seus soldados. Soou o alto som de uma corneta orc dando força a todos para a batalha. Lianmai, o guerreiro negro, ao ouvir a corneta perdeu o controle e com toda a força ganha, acertou o Hobgoblin que estava acompanhando a mando do rei orc. Por algum tempo o guerreiro descontrolado continuou com a raiva em sua face e a força em sua espada, até que retornou completamente tonto sem saber o que havia acontecido.
Sahmael, o Bardo, a esta hora estava na sala da corneta persuadindo o corneteiro a seguir suas ordens. Disfarçado agora de um soldado do alto comando, muito parecido com Sílvio Santos. Sahmael foi ao encontro dos seus amigos, do outro lado da fortaleza, que não o reconheceram logo no inicio. A corneta tocou novamente e o guerreiro descontrolado corre para o campo de batalha matando com apenas um golpe seu primeiro paladino, e ascendendo sua sede pelo sangue dos elfos e paladinos. Samurai, o meio-elfo e Al, o tiefling enxem a aliança do bem com suas flechas enquanto Kah, a maga segue o soldado Sílvio Santos deixando nossos heróis a espera de um sinal. Lainmai com sua magia escuridão enegrece o ar a sua volta deixando os soldados do bem, que não suportam a escuridão totalmente desnortear com isso saciar sua sede de sangue.
Sahmael, com sua perspicácia e suas qualidade de bardo descobre com o corneteiro uma saída, um túnel que leva para bem longe daquela cidade, e se torna a única chance de nossos heróis permanecerem vivos. Sahmael e Kah tentam fazer o sinal que prometeram mas todos estão muito envolvidos com a batalha e não tem tempo de olhar para trás. Então sahmael com sua magia cria um objeto falante capaz de levar até os guerreiros um aviso. Todos vão ao encontro deles, em meio a uma multidão de orcs para o buraco, em busca do seu destino, mas não sem o ressentimento de Kah que sabe que ali está a chave para relembrar seu passado.
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
Canções de Sahmael, o Bardo: A Fortaleza Orc
" Andando e andando a pé
nossos cavalos deixamos para Bob cuidar
e seguimos o Drow em direção até
mais dinheiro, fama e XP ganhar
no meio do caminho dunas encontramos
e uma guerra na qual nos metemos
na Fortaleza Orc meu amigos prisioneiros foram
e a lavar pratos passei na noite de belo luar
(Refrão)
| Servo Invisível bote fogo nas tendas eu dizia
| em silêncio minhas instruções ele seguia
| Fogo! Fogo! Fogo! guardas gritavam
| enquanto a mandinga eu preparava
As armas eu tentei recuperar
mas magicamente a fechadura eu piorei
do caixote errado que eu tentava arrombar
na tenda em chamas que eu tentei
Uma mandinga então inventei
para meu amigos libertar
da espada da Kah eu precisei
e de mais alguém para sacrificar...
(Refrão)
Tudo ia bem no plano
até com o Chefão Orc eu fui falar
mas meu amigos ele já havia libertado
no entanto o "demônio" eu ainda devia parar
Sangue humano eu já havia arranjado
velas e pentagramas preparados estavam
Só restava Kah com sua espada
mas a sessão de jogo já havia sido encerrada "
nossos cavalos deixamos para Bob cuidar
e seguimos o Drow em direção até
mais dinheiro, fama e XP ganhar
no meio do caminho dunas encontramos
e uma guerra na qual nos metemos
na Fortaleza Orc meu amigos prisioneiros foram
e a lavar pratos passei na noite de belo luar
(Refrão)
| Servo Invisível bote fogo nas tendas eu dizia
| em silêncio minhas instruções ele seguia
| Fogo! Fogo! Fogo! guardas gritavam
| enquanto a mandinga eu preparava
As armas eu tentei recuperar
mas magicamente a fechadura eu piorei
do caixote errado que eu tentava arrombar
na tenda em chamas que eu tentei
Uma mandinga então inventei
para meu amigos libertar
da espada da Kah eu precisei
e de mais alguém para sacrificar...
(Refrão)
Tudo ia bem no plano
até com o Chefão Orc eu fui falar
mas meu amigos ele já havia libertado
no entanto o "demônio" eu ainda devia parar
Sangue humano eu já havia arranjado
velas e pentagramas preparados estavam
Só restava Kah com sua espada
mas a sessão de jogo já havia sido encerrada "
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
Diário de Al, o Tiefling: A Torre Branca
"Dia 1 -
Maldito Lorde! Nos envenenou e ainda quer que fazemos serviços para ele! Pegar um anel estranho em uma torre aleatória.
Bom, pelo menos ganhei umas flechas estranhas, teleguiadas, acredito que será de bom uso.
Estaremos saindo daqui hoje. Sinto muito pelo nosso amigo ferreiro, ele ainda está de coma depois do golpe que eu... ahn, alguém deu naquele torneio estranho...
Chegou a hora, apenas compramos equipamentos para invadir a tal torre e vamos partir.
O elfo preto queria levar uma escada, hunf, que idéia idiota."
"Dia 2 -
Estamos na casa de um meio orc. Bob, nome estranho... Ele tá bem gagá, e tem uma matilha de lobos que ele cuida. Ou os lobos cuidam dele, sei lá, uma relação estranha. Diz ele que vai nos levar na tal torre. Vai saber o que ele quer com isso, mas parece ser um cara confiável, ou então apenas ingênuo demais."
"Dia 3 -
Acordei agora. Pesadelo. Maldito basilisco! E ainda aquele velho orc tem coragem de chamá-lo de Totó! Aquilo é uma criatura bem assustadora. Acho que ele mexeu com minha cabeça, jurei ter visto algo voando agora a pouco, como se fosse um... ahn, que cabeça a minha, não teria isso em uma Dugneon para level 3..."
"Dia 4 -
Estamos emcima do muro, literalmente. Após deixar os cavalos na entrada com o Bob, enfrentar esqueletos, golens, escalar paredes de osso, paramos por aqui. O outro lado é longe, e tem um rio de algum líquido estranho aqui embaixo. Não temos idéia do que fazer, e a semana que o Lord nos deu está no meio já. Imagino se vamos conseguir pegar o tal anel a tempo... Droga, se pelo menos tívessemos uma escada..."
"Dia 64 -
Estamos a dois meses emcima do muro, ainda sem saber o que fazer. Famintos e sem idéias... será que vamos morrer? Por que o veneno de 7 dias ainda não fez efeito? Será que ele se enganou e deu um que demora dois meses e meio? Tantas perguntas e nenhuma resposta... Ouvimos uma voz feminina a um tempo atrás, parecia estar desesperada... Usei meu fogo grego na parede oposta e a parte que caiu na água se diluiu, como se o líquido fosse um ácido estranho, imagino como... o que é isso? DRAGÕES! Vindo em nossa direção segurando... segurando algo em suas garras... o que é? Um corpo! Deixou cair no rio! É a nossa chance..."
"Dia 65 -
Conseguimos afinal.
Depois de descer a para a parte subterrânea da torre, seguimos a voz e encontramos uma humana. Diz que domina as magias. Sempre quis saber como eles conseguem!
Lianmai ficou para trás enquanto fomos atrás dela. Imagino o que ele ficou fazendo... Jurei ter visto ele indo em direção a um monte grande escuro.
Depois de um tempo achamos uma sala cheia de equipamentos com nomes de generais. Não tenho idéia de quem eles são, pela data foram famosos muito antes de eu chegar a esse mundo. Cada um de nós conseguiu um equipamento bem personalizado.
Lianmai pegou uma armadura estranha com um buraco no peito. Parece bem resistente mas, que idiotice, tem um ponto vulnerável no coração! Poderia dar conta dele bem fácil.
Samurai conseguiu uma adaga estranha, parece que solta um ácido, só sei que corroe as coisas que encosta.
Sahmael pegou uma máscara sinistra! Pelo que eu entendi, ele pode copiar rostos de pessoas! Se eu contasse isso lá em casa ninguém ia acreditar!
A tal maga Kah conseguiu um manto, ela fica meio que invisível com ele. Engraçado, parecia muito com o que aconteceu com o cara que veio para esse mundo comigo... quando ele passou primeiro pelo portal, ficou distorcido igual ela fica, antes de ele sumir completamente. Onde será que ele se meteu?
A sim, eu consegui um arco que tem um olho. É muito bom! Consigo ver as coisas bem de perto, parece um tipo de lente de aumento! É da mesma cor e estilo que as flechas controláveis, será que são juntos?
Depois disso achamos um alçapão escondido. Puxamos ele e descobrimos muito tesouro lá em cima! E o anel também estava lá! Pelo o que entendi tinha um zumbi com o anel, não cheguei a ver, estava tentando impedir que o alçapão se fechasse de novo...
Com mais tesouro e o tal anel, fomos para o topo da torre. Lianmai dizia ter que "provar sua coragem", não entendi direito mas, se ele precisava de ajuda, eu iria junto.
No topo tinha o que parecia ser o dono da torre. O Lord nos falou dele, um velho muito poderoso. Dizia estar de bom humor, que se não estivesse, já estaríamos mortos. Nos mandou embora, até oferecendo o dragão para nos dar carona. O Lord nem nos recompensou com nada, deu um antídoto (ainda não entendi essa do veneno) e ficou com o anel. Saímos da cidade e quando olhamos para trás, ela desapareceu. Estou vendo que há muito mais mistérios nessa terra do que me disseram anos atrás...
p.s.: Imagino o que aconteceu com o Bob e nossos cavalos..."
Maldito Lorde! Nos envenenou e ainda quer que fazemos serviços para ele! Pegar um anel estranho em uma torre aleatória.
Bom, pelo menos ganhei umas flechas estranhas, teleguiadas, acredito que será de bom uso.
Estaremos saindo daqui hoje. Sinto muito pelo nosso amigo ferreiro, ele ainda está de coma depois do golpe que eu... ahn, alguém deu naquele torneio estranho...
Chegou a hora, apenas compramos equipamentos para invadir a tal torre e vamos partir.
O elfo preto queria levar uma escada, hunf, que idéia idiota."
"Dia 2 -
Estamos na casa de um meio orc. Bob, nome estranho... Ele tá bem gagá, e tem uma matilha de lobos que ele cuida. Ou os lobos cuidam dele, sei lá, uma relação estranha. Diz ele que vai nos levar na tal torre. Vai saber o que ele quer com isso, mas parece ser um cara confiável, ou então apenas ingênuo demais."
"Dia 3 -
Acordei agora. Pesadelo. Maldito basilisco! E ainda aquele velho orc tem coragem de chamá-lo de Totó! Aquilo é uma criatura bem assustadora. Acho que ele mexeu com minha cabeça, jurei ter visto algo voando agora a pouco, como se fosse um... ahn, que cabeça a minha, não teria isso em uma Dugneon para level 3..."
"Dia 4 -
Estamos emcima do muro, literalmente. Após deixar os cavalos na entrada com o Bob, enfrentar esqueletos, golens, escalar paredes de osso, paramos por aqui. O outro lado é longe, e tem um rio de algum líquido estranho aqui embaixo. Não temos idéia do que fazer, e a semana que o Lord nos deu está no meio já. Imagino se vamos conseguir pegar o tal anel a tempo... Droga, se pelo menos tívessemos uma escada..."
"Dia 64 -
Estamos a dois meses emcima do muro, ainda sem saber o que fazer. Famintos e sem idéias... será que vamos morrer? Por que o veneno de 7 dias ainda não fez efeito? Será que ele se enganou e deu um que demora dois meses e meio? Tantas perguntas e nenhuma resposta... Ouvimos uma voz feminina a um tempo atrás, parecia estar desesperada... Usei meu fogo grego na parede oposta e a parte que caiu na água se diluiu, como se o líquido fosse um ácido estranho, imagino como... o que é isso? DRAGÕES! Vindo em nossa direção segurando... segurando algo em suas garras... o que é? Um corpo! Deixou cair no rio! É a nossa chance..."
"Dia 65 -
Conseguimos afinal.
Depois de descer a para a parte subterrânea da torre, seguimos a voz e encontramos uma humana. Diz que domina as magias. Sempre quis saber como eles conseguem!
Lianmai ficou para trás enquanto fomos atrás dela. Imagino o que ele ficou fazendo... Jurei ter visto ele indo em direção a um monte grande escuro.
Depois de um tempo achamos uma sala cheia de equipamentos com nomes de generais. Não tenho idéia de quem eles são, pela data foram famosos muito antes de eu chegar a esse mundo. Cada um de nós conseguiu um equipamento bem personalizado.
Lianmai pegou uma armadura estranha com um buraco no peito. Parece bem resistente mas, que idiotice, tem um ponto vulnerável no coração! Poderia dar conta dele bem fácil.
Samurai conseguiu uma adaga estranha, parece que solta um ácido, só sei que corroe as coisas que encosta.
Sahmael pegou uma máscara sinistra! Pelo que eu entendi, ele pode copiar rostos de pessoas! Se eu contasse isso lá em casa ninguém ia acreditar!
A tal maga Kah conseguiu um manto, ela fica meio que invisível com ele. Engraçado, parecia muito com o que aconteceu com o cara que veio para esse mundo comigo... quando ele passou primeiro pelo portal, ficou distorcido igual ela fica, antes de ele sumir completamente. Onde será que ele se meteu?
A sim, eu consegui um arco que tem um olho. É muito bom! Consigo ver as coisas bem de perto, parece um tipo de lente de aumento! É da mesma cor e estilo que as flechas controláveis, será que são juntos?
Depois disso achamos um alçapão escondido. Puxamos ele e descobrimos muito tesouro lá em cima! E o anel também estava lá! Pelo o que entendi tinha um zumbi com o anel, não cheguei a ver, estava tentando impedir que o alçapão se fechasse de novo...
Com mais tesouro e o tal anel, fomos para o topo da torre. Lianmai dizia ter que "provar sua coragem", não entendi direito mas, se ele precisava de ajuda, eu iria junto.
No topo tinha o que parecia ser o dono da torre. O Lord nos falou dele, um velho muito poderoso. Dizia estar de bom humor, que se não estivesse, já estaríamos mortos. Nos mandou embora, até oferecendo o dragão para nos dar carona. O Lord nem nos recompensou com nada, deu um antídoto (ainda não entendi essa do veneno) e ficou com o anel. Saímos da cidade e quando olhamos para trás, ela desapareceu. Estou vendo que há muito mais mistérios nessa terra do que me disseram anos atrás...
p.s.: Imagino o que aconteceu com o Bob e nossos cavalos..."
A Torre de Marfim, Parte II
Após alguns incovenientes o grupo chega até a primeira muralha, guardada por dois Golens de Pedra (nível de desafio: Corram por suas vidas!). Usando a manjada estratégia de cada um por si, o grupo acabou evitando os Golens e subiram na muralha a salvo dos 3D6 de dano de cada braço dos Golens. Azar de Sebastião, o coitado (0,6m de altura), que ninguém quis ajudar e ficou para trás e virando farofa.
Após muita discussão, teorias, cervejas e sessões de jogo adiadas, os heróis chegam na Torre de Marfim. Talvez porque 3 dragões sobrevoavam a Torre instantes atrás ou porque estava meio frio ali fora, nossos heróis resolveram entrar. Guiados desta vez por uma voz de mulher e depois de terem certeza de que não estavam com crise de abstinência sexual, eles seguem até as profundezas da Torre.
Descendo pelo poço central da Torre, eles chegam a uma putrefata e desagradável ilha de carcaças de animais aleatórios. O Lianmai se separou do grupo indo de encontro com os restos do que um dia foi um lendário Dragão Negro Ancião, e começam a fofocar. O resto do grupo continuou a seguir a voz descendo ainda mais pelas escadarias até encontrar Kah, a maga (lvl4, com amnésia), a beira da morte e após uma breve discussão sobre como tirar proveito da situação foi combinado em salvá-la, uma vez que os heróis não faziam a mínima idéia de como sair dali.
O grupo então agora com mais uma nova integrante inesperada busca exaustivamente por alguma sala com itens para saquear. Convenientemente encontram um antigo armorial dos generais do exército da Torre. Felizes como criança em dia de Natal, nossos heróis se esquecem de que era tudo bom demais prá ser verdade, e que Papai Noel não existe, nem o Coelhinho da Páscoa. Mundo cruel.
No caminho para sair das galerias subterrâneas, o Lianmai cismou com um alçapão na parede e conveceu outros gananciosos e curiosos (Samurai e o Tiefling) a puxá-lo. Presentindo o óbvio, Kah e Sahmael observam de longe a façanha dos 3 guerreiros tentando abrir uma porta. A pedra que servia como porta foi arrastada e Lianmai entra na sala cofre dos tesouros enquanto o resto do grupo observa de fora imaginando como deve ser agonizante morrer preso numa sala cofre do tesouro enquanto a pedra que servia como porta voltava a selar única saída da sala.
Até que do monte de jóias e tesouros surge um Guardião do Tesouro (guerreiro esqueleto lvl 6) que por ironia do destino utilizava em uma das mãos um Anel de Azeviche. Com a ajuda de seus fiéis companheiros e um eficiente trabalho em grupo, Lianmai consegue escapar da sala com o Anel e ainda ouve tempo para Sahmael pilhar algumas valiosidades.
E mesmo com o Anel, Tesouros e Itens Mágicos Overpower, por alguma razão Lianmai queria ainda subir até o topo da Torre. "Devo provar minha coragem." dizia ele, mas o não foi bem o que ele esperava. Expulsos da Torre pelo Mago da Torre (Caótico Mau, Sádico e de bom humor no dia, lvl huahuahuaaa) depois de tentarem matar o Ephesto, o Beholder Guardião ao menos nossos heróis foram embora com estilo, voando de dragão.
De volta a Malpetrin a pé, indo direto ao castelo de Volrath em busca do Antídoto. Servido o banquete (curiosamente alguns não comeram), as trocas foram feitas e algumas dúvidas esclarecidas. Exceto sobre o passado de Kah. Praticamente expulsos de novo, nossos heróis agora se encontravam sem rumo novamente e ao partir da cidade, olhando para trás, Malpetrin havia desaparecido.
Fim da Parte II
Após muita discussão, teorias, cervejas e sessões de jogo adiadas, os heróis chegam na Torre de Marfim. Talvez porque 3 dragões sobrevoavam a Torre instantes atrás ou porque estava meio frio ali fora, nossos heróis resolveram entrar. Guiados desta vez por uma voz de mulher e depois de terem certeza de que não estavam com crise de abstinência sexual, eles seguem até as profundezas da Torre.
Descendo pelo poço central da Torre, eles chegam a uma putrefata e desagradável ilha de carcaças de animais aleatórios. O Lianmai se separou do grupo indo de encontro com os restos do que um dia foi um lendário Dragão Negro Ancião, e começam a fofocar. O resto do grupo continuou a seguir a voz descendo ainda mais pelas escadarias até encontrar Kah, a maga (lvl4, com amnésia), a beira da morte e após uma breve discussão sobre como tirar proveito da situação foi combinado em salvá-la, uma vez que os heróis não faziam a mínima idéia de como sair dali.
O grupo então agora com mais uma nova integrante inesperada busca exaustivamente por alguma sala com itens para saquear. Convenientemente encontram um antigo armorial dos generais do exército da Torre. Felizes como criança em dia de Natal, nossos heróis se esquecem de que era tudo bom demais prá ser verdade, e que Papai Noel não existe, nem o Coelhinho da Páscoa. Mundo cruel.
No caminho para sair das galerias subterrâneas, o Lianmai cismou com um alçapão na parede e conveceu outros gananciosos e curiosos (Samurai e o Tiefling) a puxá-lo. Presentindo o óbvio, Kah e Sahmael observam de longe a façanha dos 3 guerreiros tentando abrir uma porta. A pedra que servia como porta foi arrastada e Lianmai entra na sala cofre dos tesouros enquanto o resto do grupo observa de fora imaginando como deve ser agonizante morrer preso numa sala cofre do tesouro enquanto a pedra que servia como porta voltava a selar única saída da sala.
Até que do monte de jóias e tesouros surge um Guardião do Tesouro (guerreiro esqueleto lvl 6) que por ironia do destino utilizava em uma das mãos um Anel de Azeviche. Com a ajuda de seus fiéis companheiros e um eficiente trabalho em grupo, Lianmai consegue escapar da sala com o Anel e ainda ouve tempo para Sahmael pilhar algumas valiosidades.
E mesmo com o Anel, Tesouros e Itens Mágicos Overpower, por alguma razão Lianmai queria ainda subir até o topo da Torre. "Devo provar minha coragem." dizia ele, mas o não foi bem o que ele esperava. Expulsos da Torre pelo Mago da Torre (Caótico Mau, Sádico e de bom humor no dia, lvl huahuahuaaa) depois de tentarem matar o Ephesto, o Beholder Guardião ao menos nossos heróis foram embora com estilo, voando de dragão.
De volta a Malpetrin a pé, indo direto ao castelo de Volrath em busca do Antídoto. Servido o banquete (curiosamente alguns não comeram), as trocas foram feitas e algumas dúvidas esclarecidas. Exceto sobre o passado de Kah. Praticamente expulsos de novo, nossos heróis agora se encontravam sem rumo novamente e ao partir da cidade, olhando para trás, Malpetrin havia desaparecido.
Fim da Parte II
A Torre de Marfim, Parte I
Após 1 dia de jornada a cavalo em direção Cemitério dos Dragões, os heróis montam acampamento ao pé de uma encosta próxima ao mar temendo por uma tempestade que se forma. Uma semana, era o tempo que os heróis tinham para voltar ao castelo antes que o veneno fizesse com que ele chegassem ao seu triste e inevitável fim. Esperança em seu corações e pedras em suas mãos contra Sahmael, o Bardo, que brincava com seu novo bandolim mágico - estranhamente parecido com o do famoso bardo da taverna de Malpetrin, atualmente desaparecido.
Raios rasgam o céu negro como ébano e nuvens tão densas que parecem que vão esmagar qualquer ser insignificante abaixo delas. E ninguém possuía um guarda-chuva. Para piorar, lobos do deserto aparecem no topo da encosta uivando chamando o resto da matilha. Talvez tenha sido a movimentação, a fogueira ou a péssima música do bardo que tenha chamado a atenção de uma silhueta humanóide que aparecera no alto da encosta. Essa figura misteriosa com um simples gesto deu toque de recolher aos lobos antes que atacassem, que então sumiram de vista junto com ele.
Frustrados pelo combate abortado e pelo XP perdido, o grupo sobe a encosta já que não havia mais nada a perder mesmo. Chegando na entrada de uma pequena caverna onde uma dúzia de lobos deitavam em volta de um meio-orc velho com seu cajado em mãos tentando se aquecer em frente a uma fogueira."Você também vieram me matar?" - sussurrava a figura frágil, se abraçando ao cajado e com os lobos rosnando furiosamente aguardando a ordem de ataque. É claro que como bons heróis, primeiro eles tirariam algum proveito do sujeito. E assim eles conheceram Bob, o eremita (Meio-orc, esclerosado). Durante a noite o Elfo Drow teve pesadelos com um Dragão Negro Ancião, mas ninguém achou isso importante, então seguimos a história.
Na manhã seguinte, Bob os guia através do deserto de ossos até o cemitério e finalmente até a Torre de Marfim. Acompanhado sempre por seus lobos, Bob demonstra uma profunda paranóia pela morte apesar de viver neste lugar temido até por paladinos. Vários corpos petrificados de antigos bravos guerreiros começam a se tornar parte da paisagem e do pesadelo de nossos heróis. Maldição? Havia face de terror em cada estátua não destruída... talvez uma Medusa? Muito pior, um Basilisco Abisal (nível de desafio: 4) aparecia atrás de uma montanha de ossos. Antes que a maioria do grupo pudesse fugir ou que o Tiefling mijasse nas calças, Bob e o Drow (corajosamente ou imbecilmente) se aproximaram da besta e Bob a afastou do grupo.
No fim do dia o grupo chegara impressionantemente nos perímetros da torre. Avistavam 3 muralhas redondas em torno da torre e ao redor de tudo, milhares de ossadas de dragões. Montado acampamento, durante a noite o Meio-Elfo conhece Sebastião, o coitado (esqueleto goblin, lvl 2). Sebastião seria o novo guia dos heróis já que Bob, que só tem cara e jeito de bobo não quis seguir viajem até a torre.
Fim da Parte I.
Raios rasgam o céu negro como ébano e nuvens tão densas que parecem que vão esmagar qualquer ser insignificante abaixo delas. E ninguém possuía um guarda-chuva. Para piorar, lobos do deserto aparecem no topo da encosta uivando chamando o resto da matilha. Talvez tenha sido a movimentação, a fogueira ou a péssima música do bardo que tenha chamado a atenção de uma silhueta humanóide que aparecera no alto da encosta. Essa figura misteriosa com um simples gesto deu toque de recolher aos lobos antes que atacassem, que então sumiram de vista junto com ele.
Frustrados pelo combate abortado e pelo XP perdido, o grupo sobe a encosta já que não havia mais nada a perder mesmo. Chegando na entrada de uma pequena caverna onde uma dúzia de lobos deitavam em volta de um meio-orc velho com seu cajado em mãos tentando se aquecer em frente a uma fogueira."Você também vieram me matar?" - sussurrava a figura frágil, se abraçando ao cajado e com os lobos rosnando furiosamente aguardando a ordem de ataque. É claro que como bons heróis, primeiro eles tirariam algum proveito do sujeito. E assim eles conheceram Bob, o eremita (Meio-orc, esclerosado). Durante a noite o Elfo Drow teve pesadelos com um Dragão Negro Ancião, mas ninguém achou isso importante, então seguimos a história.
Na manhã seguinte, Bob os guia através do deserto de ossos até o cemitério e finalmente até a Torre de Marfim. Acompanhado sempre por seus lobos, Bob demonstra uma profunda paranóia pela morte apesar de viver neste lugar temido até por paladinos. Vários corpos petrificados de antigos bravos guerreiros começam a se tornar parte da paisagem e do pesadelo de nossos heróis. Maldição? Havia face de terror em cada estátua não destruída... talvez uma Medusa? Muito pior, um Basilisco Abisal (nível de desafio: 4) aparecia atrás de uma montanha de ossos. Antes que a maioria do grupo pudesse fugir ou que o Tiefling mijasse nas calças, Bob e o Drow (corajosamente ou imbecilmente) se aproximaram da besta e Bob a afastou do grupo.
No fim do dia o grupo chegara impressionantemente nos perímetros da torre. Avistavam 3 muralhas redondas em torno da torre e ao redor de tudo, milhares de ossadas de dragões. Montado acampamento, durante a noite o Meio-Elfo conhece Sebastião, o coitado (esqueleto goblin, lvl 2). Sebastião seria o novo guia dos heróis já que Bob, que só tem cara e jeito de bobo não quis seguir viajem até a torre.
Fim da Parte I.
O Grande Torneio de Malpetrin
Seguindo em direção ao Norte (sempre o Norte quando não se sabe a onde ir), o recém-formado famoso grupo de Terras Muito Muito Distantes encontra aleatóriamente uma pequena cidade (vulgo Vila) onde havia uma certa movimentação ordenada em direção a um balcão (entenda-se por uma fila de pessoas). Como toda pessoa normal e pessimista, o grupo entra no final da fila (depois de fracassar tentando furá-la, claro), para só depois então descobrir que do que se tratava.
"Qual o seu nome de guerra e sua habilidade?" - falou 3 vezes o escrivão. 3 vezes, porque o Bardo tinha a estranha intuição de que aquela fila não era para ganhar nada de graça, então ele tinha ido à taverna mais próxima. E então conhecidos por apelidos aleatórios nossos heróis foram inscritos (graças ao carisma dos machados dos guarda-costas do escrivão) no estranho torneio, ao custo de terem suas armas confiscadas.
Após uma boa noite no estaleiro de Malpetrin, ao amanhecer a primeira batalha do grupo. 3 contra 3 com armas de madeira e um público ansioso por boas batalhas. As regras do torneiro eram simples: 3 lenços para cada time, o time que roubar os 3 lenços do outro time vence. O narrador então chama os combatententes à arena, surpreendentemente aliás, o narrador-comentarista-sonoplasta-contra-regra era Sahmael, o bardo.
Não é preciso dizer que nossos heróis ganharam essa batalha, afinal eles são heróis e a primeira batalha é sempre a mais fácil. Vou narrar logo a final que é a que interessa mesmo. A final foi contra Momo, o ferreiro (Meio-Gigante, lvl9) que os heróis tinham conhecido dias antes. Após um tradicional montinho e uma paulada no rim, Momo cai pedindo penico. Momo que era bonzinho e estava lá só prá cumprir tabela, foi pro hospital e lá ficou em coma desde aquele dia.
Vencedores e mercenários, nossos heróis foram cobrar o prêmio do torneio de Lorde Volrath (organizador do evento e dono da cidade, Caótico-Mau, muito Mau lvl X²) após comerem fartamente num banquete oferecido por ele, os heróis recebem as armas mágicas (clichê) e uma nova Quest: roubar um Anel de Azeviche de um mago ancião numa torre nas ruínas do Cemitério dos Dragões. Claro que ele ele não aceitaram por livre e espontânea sanidade, em troca receberiam não mais armas, dinheiro ou fama. Nossos heróis não precisavam disso. Precisavam do antídoto contra o veneno colocado na comida deles servida no jantar.
E mais uma jornada então começava...
"Qual o seu nome de guerra e sua habilidade?" - falou 3 vezes o escrivão. 3 vezes, porque o Bardo tinha a estranha intuição de que aquela fila não era para ganhar nada de graça, então ele tinha ido à taverna mais próxima. E então conhecidos por apelidos aleatórios nossos heróis foram inscritos (graças ao carisma dos machados dos guarda-costas do escrivão) no estranho torneio, ao custo de terem suas armas confiscadas.
Após uma boa noite no estaleiro de Malpetrin, ao amanhecer a primeira batalha do grupo. 3 contra 3 com armas de madeira e um público ansioso por boas batalhas. As regras do torneiro eram simples: 3 lenços para cada time, o time que roubar os 3 lenços do outro time vence. O narrador então chama os combatententes à arena, surpreendentemente aliás, o narrador-comentarista-sonoplasta-contra-regra era Sahmael, o bardo.
Não é preciso dizer que nossos heróis ganharam essa batalha, afinal eles são heróis e a primeira batalha é sempre a mais fácil. Vou narrar logo a final que é a que interessa mesmo. A final foi contra Momo, o ferreiro (Meio-Gigante, lvl9) que os heróis tinham conhecido dias antes. Após um tradicional montinho e uma paulada no rim, Momo cai pedindo penico. Momo que era bonzinho e estava lá só prá cumprir tabela, foi pro hospital e lá ficou em coma desde aquele dia.
Vencedores e mercenários, nossos heróis foram cobrar o prêmio do torneio de Lorde Volrath (organizador do evento e dono da cidade, Caótico-Mau, muito Mau lvl X²) após comerem fartamente num banquete oferecido por ele, os heróis recebem as armas mágicas (clichê) e uma nova Quest: roubar um Anel de Azeviche de um mago ancião numa torre nas ruínas do Cemitério dos Dragões. Claro que ele ele não aceitaram por livre e espontânea sanidade, em troca receberiam não mais armas, dinheiro ou fama. Nossos heróis não precisavam disso. Precisavam do antídoto contra o veneno colocado na comida deles servida no jantar.
E mais uma jornada então começava...
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
A Aventura Começa... Rumo ao Pântano Juncoso!
Há muito tempo atrás, em terras muito muito distantes do mundo de Ry'anon, um grupo peculiar apareceu nas portas da cidade de Lindrust.
Um Elfo-Drow, odiador dos elfos puros e usando suas habilidades de guerreiro para se vingar de toda humilhação já passada; um Meio-Elfo, abandonado pelos pais e criado em um monastério de cultos obscuros, onde achou seu caminho através de Vecna; um Halfling falido, que compõe músicas tanto de saudades de sua época de Lord quanto de calúnias a pessoas aleatórias; por fim um Tiefling que abandonou seu povo, cruzou a barreira entre o mundo real e o mundo planar em busca de um sonho secreto.
Sem um rumo certo, se voltaram ao lugar onde se pode saber de tudo de qualquer cidade: a taverna mais próxima. Em busca de riquezas, souberam de uma tomba no Pântano Juncoso que era guardada por um cavaleiro misterioso. Sem pensar duas vezes, ou pagar a conta, foram direto para o pântano que trazia lembranças a Sahmael, o bardo. Ele fora abandonado pelos pais nesse mesmo lugar para onde iria voltar mais uma vez depois de tanto tempo.
Corpos decompondo por todas as partes não foram o suficiente para assustar o destemível grupo. Ajudados por um crânio falante chamado Ambrósio, foram guiados pelo caminho do tesouro, até encontrar um poço levando a uma passagem subterrânea.
Devolvendo o crânio a seu corpo no mesmo lugar onde os tesouros eram guardados, descobrem que o cavaleiro misterioso era Ambrósio. Ele trazia suas vítmas até o tesouro e então as matavam, roubando o que tinham de valor e trasnformando seus esqueletos em escravos.
Vencendo a batalha, o grupo pegou todo o tesouro que tinha, saindo pelo rio que passava pela caverna. Samurai, o clérigo, quase morre afogado, mas iluminado pela vontade de viver, conseguiu uma supreendente vitória sobre as águas perigosas.
Uma vez fora de lá, com seu mais novo tesouro, nossos heróis seguem em frente rumo ao desconhecido.
Mas eles não imaginavam o que o destino reservara para eles...
Um Elfo-Drow, odiador dos elfos puros e usando suas habilidades de guerreiro para se vingar de toda humilhação já passada; um Meio-Elfo, abandonado pelos pais e criado em um monastério de cultos obscuros, onde achou seu caminho através de Vecna; um Halfling falido, que compõe músicas tanto de saudades de sua época de Lord quanto de calúnias a pessoas aleatórias; por fim um Tiefling que abandonou seu povo, cruzou a barreira entre o mundo real e o mundo planar em busca de um sonho secreto.
Sem um rumo certo, se voltaram ao lugar onde se pode saber de tudo de qualquer cidade: a taverna mais próxima. Em busca de riquezas, souberam de uma tomba no Pântano Juncoso que era guardada por um cavaleiro misterioso. Sem pensar duas vezes, ou pagar a conta, foram direto para o pântano que trazia lembranças a Sahmael, o bardo. Ele fora abandonado pelos pais nesse mesmo lugar para onde iria voltar mais uma vez depois de tanto tempo.
Corpos decompondo por todas as partes não foram o suficiente para assustar o destemível grupo. Ajudados por um crânio falante chamado Ambrósio, foram guiados pelo caminho do tesouro, até encontrar um poço levando a uma passagem subterrânea.
Devolvendo o crânio a seu corpo no mesmo lugar onde os tesouros eram guardados, descobrem que o cavaleiro misterioso era Ambrósio. Ele trazia suas vítmas até o tesouro e então as matavam, roubando o que tinham de valor e trasnformando seus esqueletos em escravos.
Vencendo a batalha, o grupo pegou todo o tesouro que tinha, saindo pelo rio que passava pela caverna. Samurai, o clérigo, quase morre afogado, mas iluminado pela vontade de viver, conseguiu uma supreendente vitória sobre as águas perigosas.
Uma vez fora de lá, com seu mais novo tesouro, nossos heróis seguem em frente rumo ao desconhecido.
Mas eles não imaginavam o que o destino reservara para eles...
" Há muito tempo atrás
Quando tudo o que havia para se beber era nada além de chá
Então surgiu um homem, chamado de Charlie Mopps,
e ele inventou uma maravilhosa bebida tirada da cevada !
Ele deve ter sido um Almirante, um Sultão ou um Rei.
E ao seu louvor nós devemos sempre cantar,
Olhe ao o que ele fez por nós, ele nos encheu de alegria.
Deus abençôe Charlie Mopps, o inventor da Cerveja. "
Canção Folclórica Aleatória
Quando tudo o que havia para se beber era nada além de chá
Então surgiu um homem, chamado de Charlie Mopps,
e ele inventou uma maravilhosa bebida tirada da cevada !
Ele deve ter sido um Almirante, um Sultão ou um Rei.
E ao seu louvor nós devemos sempre cantar,
Olhe ao o que ele fez por nós, ele nos encheu de alegria.
Deus abençôe Charlie Mopps, o inventor da Cerveja. "
Canção Folclórica Aleatória
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