quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

devaneio de um meio-elfo

fico imaginando o que ainda fazemos nessa cidade, já li todos os livros que peguei preciso agora ir atrás das bestas, pra isso preciso de oferendas raras para rituais, encontrar locais sagrados, e mais do que qualquer outra coisa eu preciso upar porra, eu não posso fazer nada nesse level já matei os monstros dessa cidade mais vezes do que posso me lembrar, eles são tudo umas bosta, o bicho mais forte q eu encontrei era uma fada, vai se fude, se o xp que eles me dessem fosse convertido em dinheiro eu não teria o suficiente pra comprar pão nem que eu matasse um milhar desses bostinhas, onde tá todo mundo cade o bardo baxinho o cara de gato e o elfo negão?? se eu ficar aqui mais tempo eu vo virar uma bola de tão gordo, eu só como e leio aqui, to qté pensando em voltaqr pra aquele túnel pelo menos era escuro e num tinha essa gritaria toda a noite, se eu num fosse mal me candidatava a caçador de recompensas pra pegar esse grupo de tontos que num me deixa dormir, parece que tão assaltando umas velhinhas por ae, será que eles tem lugar no grupo pra mais um??

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

A Chegada à Al Kadesh

Depois de um bom tmepo andando em um túnel sem fim, nossos heróis conseguiram atravessar a famosa e tão desejada luz ao fim do túnel.

Após 10 dias de caminhada em pleno deserto, cogitando a idéia de comerem o halfling, eles efim avistaram a muralha da grande cidade de Al Kadesh.

Assim que entraram na cidade, Kah, a maga misteriosa, desapareceu tão misteriosamente como ela havia aparecido.
Abstraindo o fato, os quatro companheiros continuaram na cidade.

Lianmai, o elfo preto, aguardando ansciosamente pelo sonho com o tal dragão que tanto o pertubava, percebeu que estava demorando demais para ele aparecer, então tratou de arrumar um emprego como aprendiz de ferreiro.

Sahmael começou a trabalhar como garçon em uma taverna, onde todos pensavam que a bandeja estava flutuando, quando na verdade, estava equilibrada na cabeça do pobre halfling. Menos de uma semana após ele trabalhar lá, o dono da taverna misteriosamente morreu, junto com sua família, deixando para Sahmael no seu super recente testamento a sua taverna, suas pobres economias e um monte de dívidas.

Samurai encontrou templo local de sua amada Vecna e se instalou por lá, lendo livros e estudando sobre coisas aleatórias.

Al não aparentava ter trabalho algum, apesar de sempre estar hospedado na taverna de Sahmael, saía algumas noites e voltava misteriosamente com dinheiro. Na mesma época surgiam boatos de uma besta com chifres que, juntamente com sua gangue, assaltavam desavisados pela noite afora.

E assim nossos heróis aguardavam pela próxima vez que jogariam e, quem sabe, poderiam mudar a vida monótona a qual se encontravam...

sábado, 16 de junho de 2007

Diário de Sahmael, o Bardo : A Luz no fim do Túnel

"Dia X -
Entramos no túnel. Sem mais."


"Dia X+1 -
É... Ainda estamos na entrada do túnel."


"Dia X+18 -
O Túnel é extenso (Ou seria minhas pernas curtas demais ?)."


"Dia X+ 47 -
Hmmm... talvez se a gente andasse, a gente iria a algum lugar."


"Dia X+3049 -
Gostava da época em que os jogadores jogavam."


"Dia X+78533 -
Jogadores chatos."


"Dia X+Muito_mais_do_que_sei_contar -
A Luz no fim do túnel poderia vir até nós. Daí eu poderia fazer fotossíntese e aproveitar melhor as minhas raízes que se formaram no chão."


"Dia Algum Dia Eras Depois -
Agora, após contemplar sobre meu eu interior, ter dominado o estado de espírito Alpha e encontrado e compreendido o Vazio no âmago da minha alma, descobri finalmente que a Luz no fim do túnel é uma metáfora das nossas esperanças em busca dos nossos ideais. Gostaria que apagassem essa merda."


"Dia não importa que Dia -
Luz chata."






...





"Fim dos Dias -
Imagino se talvez esse seja o nosso miserável, triste e inevitável fim."

"Fim do Diário -
Eu voltarei. HuaHuaHUahuA..."

sábado, 31 de março de 2007

Canções de Sahmael, o Bardo : Os Guerreiros Esquecidos

"Era uma vez,
há muito tempo atrás,
um elfo sombrio, Lianmai
e um clérigo, Samurai

Em Terras Muito Distantes
mais pessoas distintas
eles conheceram
para Ricos e Poderosos ficarem

Chifres um tinha,
Al era seu nome
Sahmael era o bardo
que canta esta canção

Em Terras Muito Distantes
Eles se conheceram
tesouros eles buscavam
Ganciosos demais foram ficando

Presa havia,
no calabouço de uma Torre
Amnésia ela tinha
Kah, a maga, ela se dizia

Em Terras Muito, Muito, Distantes
Eles se conheciam
Vários perigos juntos passaram
Ocupados demais os Jogadores foram ficando

Era uma vez,
há algum tempo atrás,
Guerreiros Muito Muito Famosos
Com Jogadores que não jogavam mais

Em Terras Muito, Muito, Distantes
Fama eles conquistaram
mais Ricos, Poderosos e Gananciosos se tornavam
Mas ocupados demais os Jogadores ficaram."

sábado, 10 de março de 2007

Rumo a Al Kadesh

Depois do fracasso eminente do nosso guerreiro frente ao assustador(??) Beholder, nada como mais uma aventura em busca dos tesouros desconhecidos, e muitas garrafas de cerveja. Após dias de muita tristeza e fome, já que inexplicavelmente ninguém apreciou o banquete servido no castelo de Volrath, depois de muito andar e ver sua espada não reluzindo mais, finalmente Lianmai tem um sonho que pode mudar para sempre a história de todos.

O mesmo dragão aparece em sonho a Lianmai, dizendo que terá mais uma chance de recuperar a alma de sua espada na cidade de Al Kadesh. Como qualquer guerreiro que se preze, ele devia fazer o possível para alcançar este objetivo e fazer brilhar sua espada novamente. Inexplicavelmente, essa palavra ainda aparecerá muito aqui, todos concordaram com o guerreiro rumando juntos ao seu destino.

Após muitos dias caminhando, ouvem gritos muitos gritos e barulhos indicando uma batalha. Os gritos vem do outro lado da montanha, e fica no caminho para Al Kadesh. Kah, a maga com amnésia, lembra daquela cidade, e sabe que faz parte do seu passado, hoje perdido. Não existe outra maneira, e eles precisam atravessar a montanha e saber o que está acontecendo.

A cidade está em ruínas, e apenas se vê inteira uma fortaleza. Milhares de orcs, goblins e hobgoblins no chão. Nossos heróis não encontram ninguém de pé, apenas cadáveres ao chão e saem a procura de algum sobrevivente para saberem o que está acontecendo. Um simpático goblim chamado Severino disse que a cidade e aquela fortaleza havia sido tomada por eles, mas um grupo de humanos e elfos resistiam numa segunda fortaleza. Como recompensa pela informação, severino ganhou uma morte rápida e indolor pela espada vampírica de Kah. Sahmael, o Bardo, transformou-se em Severino para que conseguissem entrar na fortaleza.

Chegando na fortaleza, surpreendidos por dezenas de guardas, nossos heróis foram parar na prisão exceto Sahmael, pois todos pensavam ser Severino. Presos em celas com grades invisíveis que apenas inteligentes podia ver, o destino de nossos heróis parecia estar perdido e Sahmael, o único capaz de salvá-los parecia ter esquecido sua identidade e se transformado em Severino, mas o que ninguém é que ele tinha um plano para salvar todos.

Coisas estranhas começam a acontecer na fortaleza. Uma criatura invisível corre durante a noite ateando fogo a tudo que encontra. Os guardas estão apavorados mas parece que nada detém o fantasma. Severino diz conhecer o fantasma e que para exorcisá-lo precisa de um sacrifício humano e uma espada para o ritual como a espada da maga Kah. Ele passa o tempo todo tentando convencer seus superiores da sua sabedoria, mas sem muito sucesso. Enquanto isso....

Nossos heróis são chamados pelo rei chefe Orc que está no comando da fortaleza. Depois de alguma conversa nada inteligente com este chefe, conseguimos finalmente provar que não gostamos de javali, e tivemos a nossa liberdade garantida sob a condição de que recuperariamos a taça roubada pela aliança de humanos e elfos. Todos concordaram pois não aguentavam mais ficar naquele lugar. Ao sair da fortaleza a batalha estava aos seus pés, e no meio da aliança do bem, estava um grande clérigo com a tão procurada taça animando seus soldados. Soou o alto som de uma corneta orc dando força a todos para a batalha. Lianmai, o guerreiro negro, ao ouvir a corneta perdeu o controle e com toda a força ganha, acertou o Hobgoblin que estava acompanhando a mando do rei orc. Por algum tempo o guerreiro descontrolado continuou com a raiva em sua face e a força em sua espada, até que retornou completamente tonto sem saber o que havia acontecido.

Sahmael, o Bardo, a esta hora estava na sala da corneta persuadindo o corneteiro a seguir suas ordens. Disfarçado agora de um soldado do alto comando, muito parecido com Sílvio Santos. Sahmael foi ao encontro dos seus amigos, do outro lado da fortaleza, que não o reconheceram logo no inicio. A corneta tocou novamente e o guerreiro descontrolado corre para o campo de batalha matando com apenas um golpe seu primeiro paladino, e ascendendo sua sede pelo sangue dos elfos e paladinos. Samurai, o meio-elfo e Al, o tiefling enxem a aliança do bem com suas flechas enquanto Kah, a maga segue o soldado Sílvio Santos deixando nossos heróis a espera de um sinal. Lainmai com sua magia escuridão enegrece o ar a sua volta deixando os soldados do bem, que não suportam a escuridão totalmente desnortear com isso saciar sua sede de sangue.

Sahmael, com sua perspicácia e suas qualidade de bardo descobre com o corneteiro uma saída, um túnel que leva para bem longe daquela cidade, e se torna a única chance de nossos heróis permanecerem vivos. Sahmael e Kah tentam fazer o sinal que prometeram mas todos estão muito envolvidos com a batalha e não tem tempo de olhar para trás. Então sahmael com sua magia cria um objeto falante capaz de levar até os guerreiros um aviso. Todos vão ao encontro deles, em meio a uma multidão de orcs para o buraco, em busca do seu destino, mas não sem o ressentimento de Kah que sabe que ali está a chave para relembrar seu passado.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Canções de Sahmael, o Bardo: A Fortaleza Orc

" Andando e andando a pé
nossos cavalos deixamos para Bob cuidar
e seguimos o Drow em direção até
mais dinheiro, fama e XP ganhar

no meio do caminho dunas encontramos
e uma guerra na qual nos metemos
na Fortaleza Orc meu amigos prisioneiros foram
e a lavar pratos passei na noite de belo luar

(Refrão)
| Servo Invisível bote fogo nas tendas eu dizia
| em silêncio minhas instruções ele seguia
| Fogo! Fogo! Fogo! guardas gritavam
| enquanto a mandinga eu preparava

As armas eu tentei recuperar
mas magicamente a fechadura eu piorei
do caixote errado que eu tentava arrombar
na tenda em chamas que eu tentei

Uma mandinga então inventei
para meu amigos libertar
da espada da Kah eu precisei
e de mais alguém para sacrificar...

(Refrão)

Tudo ia bem no plano
até com o Chefão Orc eu fui falar
mas meu amigos ele já havia libertado
no entanto o "demônio" eu ainda devia parar

Sangue humano eu já havia arranjado
velas e pentagramas preparados estavam
Só restava Kah com sua espada
mas a sessão de jogo já havia sido encerrada "

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Diário de Al, o Tiefling: A Torre Branca

"Dia 1 -
Maldito Lorde! Nos envenenou e ainda quer que fazemos serviços para ele! Pegar um anel estranho em uma torre aleatória.
Bom, pelo menos ganhei umas flechas estranhas, teleguiadas, acredito que será de bom uso.
Estaremos saindo daqui hoje. Sinto muito pelo nosso amigo ferreiro, ele ainda está de coma depois do golpe que eu... ahn, alguém deu naquele torneio estranho...
Chegou a hora, apenas compramos equipamentos para invadir a tal torre e vamos partir.
O elfo preto queria levar uma escada, hunf, que idéia idiota."

"Dia 2 -
Estamos na casa de um meio orc. Bob, nome estranho... Ele tá bem gagá, e tem uma matilha de lobos que ele cuida. Ou os lobos cuidam dele, sei lá, uma relação estranha. Diz ele que vai nos levar na tal torre. Vai saber o que ele quer com isso, mas parece ser um cara confiável, ou então apenas ingênuo demais."

"Dia 3 -
Acordei agora. Pesadelo. Maldito basilisco! E ainda aquele velho orc tem coragem de chamá-lo de Totó! Aquilo é uma criatura bem assustadora. Acho que ele mexeu com minha cabeça, jurei ter visto algo voando agora a pouco, como se fosse um... ahn, que cabeça a minha, não teria isso em uma Dugneon para level 3..."

"Dia 4 -
Estamos emcima do muro, literalmente. Após deixar os cavalos na entrada com o Bob, enfrentar esqueletos, golens, escalar paredes de osso, paramos por aqui. O outro lado é longe, e tem um rio de algum líquido estranho aqui embaixo. Não temos idéia do que fazer, e a semana que o Lord nos deu está no meio já. Imagino se vamos conseguir pegar o tal anel a tempo... Droga, se pelo menos tívessemos uma escada..."

"Dia 64 -
Estamos a dois meses emcima do muro, ainda sem saber o que fazer. Famintos e sem idéias... será que vamos morrer? Por que o veneno de 7 dias ainda não fez efeito? Será que ele se enganou e deu um que demora dois meses e meio? Tantas perguntas e nenhuma resposta... Ouvimos uma voz feminina a um tempo atrás, parecia estar desesperada... Usei meu fogo grego na parede oposta e a parte que caiu na água se diluiu, como se o líquido fosse um ácido estranho, imagino como... o que é isso? DRAGÕES! Vindo em nossa direção segurando... segurando algo em suas garras... o que é? Um corpo! Deixou cair no rio! É a nossa chance..."

"Dia 65 -
Conseguimos afinal.
Depois de descer a para a parte subterrânea da torre, seguimos a voz e encontramos uma humana. Diz que domina as magias. Sempre quis saber como eles conseguem!
Lianmai ficou para trás enquanto fomos atrás dela. Imagino o que ele ficou fazendo... Jurei ter visto ele indo em direção a um monte grande escuro.
Depois de um tempo achamos uma sala cheia de equipamentos com nomes de generais. Não tenho idéia de quem eles são, pela data foram famosos muito antes de eu chegar a esse mundo. Cada um de nós conseguiu um equipamento bem personalizado.
Lianmai pegou uma armadura estranha com um buraco no peito. Parece bem resistente mas, que idiotice, tem um ponto vulnerável no coração! Poderia dar conta dele bem fácil.
Samurai conseguiu uma adaga estranha, parece que solta um ácido, só sei que corroe as coisas que encosta.
Sahmael pegou uma máscara sinistra! Pelo que eu entendi, ele pode copiar rostos de pessoas! Se eu contasse isso lá em casa ninguém ia acreditar!
A tal maga Kah conseguiu um manto, ela fica meio que invisível com ele. Engraçado, parecia muito com o que aconteceu com o cara que veio para esse mundo comigo... quando ele passou primeiro pelo portal, ficou distorcido igual ela fica, antes de ele sumir completamente. Onde será que ele se meteu?
A sim, eu consegui um arco que tem um olho. É muito bom! Consigo ver as coisas bem de perto, parece um tipo de lente de aumento! É da mesma cor e estilo que as flechas controláveis, será que são juntos?
Depois disso achamos um alçapão escondido. Puxamos ele e descobrimos muito tesouro lá em cima! E o anel também estava lá! Pelo o que entendi tinha um zumbi com o anel, não cheguei a ver, estava tentando impedir que o alçapão se fechasse de novo...
Com mais tesouro e o tal anel, fomos para o topo da torre. Lianmai dizia ter que "provar sua coragem", não entendi direito mas, se ele precisava de ajuda, eu iria junto.
No topo tinha o que parecia ser o dono da torre. O Lord nos falou dele, um velho muito poderoso. Dizia estar de bom humor, que se não estivesse, já estaríamos mortos. Nos mandou embora, até oferecendo o dragão para nos dar carona. O Lord nem nos recompensou com nada, deu um antídoto (ainda não entendi essa do veneno) e ficou com o anel. Saímos da cidade e quando olhamos para trás, ela desapareceu. Estou vendo que há muito mais mistérios nessa terra do que me disseram anos atrás...

p.s.: Imagino o que aconteceu com o Bob e nossos cavalos..."